Wieliczka é uma cidade da Polónia, que fica a quinze quilómetros de Cracóvia.
Debaixo da cidade de Wieliczka, existe uma das mais antigas minas de sal do mundo. A mina tem cerca 300 quilómetros de extensão e localiza-se a 327 metros de profundidade.
Debaixo da cidade de Wieliczka, existe uma das mais antigas minas de sal do mundo. A mina tem cerca 300 quilómetros de extensão e localiza-se a 327 metros de profundidade.
Reza a lenda que, no
século XIII, a princesa Conegunda da Hungria foi prometida por seu pai ao príncipe
de Cracóvia, Boleslau V, o Casto.
Conegunda ou Kinga tinha um espírito aberto e esclarecido e pediu a seu pai um dote fora do comum, um presente que contribuísse para a prosperidade da sua nova pátria, a Polónia. Naquela época, o sal era um elemento raríssimo, e o rei Bela, seu pai, ofereceu-lhe uma das minas de sal, uma fonte de riqueza do seu país. A princesa, em sinal de gratidão, arrancou um anel precioso da sua mão e lançou-o no poço mais fundo da mina, invocando São Francisco e Santa Clara de Assis.
Pouco tempo depois, Cunegunda partiu para a Polónia. Logo nos primeiros meses que passou no castelo real de Cracóvia, dedicou muita atenção aos pobres e aos desafortunados. Quanto mais o tempo passava, mais compreendia que era preciso fazer algo para alterar a situação de pobreza e de sofrimento dos seus vassalos.
Conegunda ou Kinga tinha um espírito aberto e esclarecido e pediu a seu pai um dote fora do comum, um presente que contribuísse para a prosperidade da sua nova pátria, a Polónia. Naquela época, o sal era um elemento raríssimo, e o rei Bela, seu pai, ofereceu-lhe uma das minas de sal, uma fonte de riqueza do seu país. A princesa, em sinal de gratidão, arrancou um anel precioso da sua mão e lançou-o no poço mais fundo da mina, invocando São Francisco e Santa Clara de Assis.
Pouco tempo depois, Cunegunda partiu para a Polónia. Logo nos primeiros meses que passou no castelo real de Cracóvia, dedicou muita atenção aos pobres e aos desafortunados. Quanto mais o tempo passava, mais compreendia que era preciso fazer algo para alterar a situação de pobreza e de sofrimento dos seus vassalos.
Certo dia, pediu a
Boleslau, seu esposo, licença para procurar um lugar onde pudesse cavar para extrair
sal. Boleslau acedeu ao seu pedido. O casal real deixou a cidade de Cracóvia e
deslocou-se para a pequena aldeia de Wieliczka.
Cunegunda decidiu que não era necessário ir muito mais longe. Os trabalhadores começaram a cavar e encontraram os
primeiros blocos de sal. A jovem rainha acompanhava tudo de perto. Um dia, a
soberana apercebeu-se de que entre os blocos de sal havia um objeto que
brilhava. Inclinou-se, afastou a poeira e recuperou o anel que tinha atirado na
mina da Hungria. Era exatamente
o anel oferecido, outrora, pelo seu pai na sua terra natal! Aqui teve a certeza
de que havia escolhido o local certo para a extração do sal.
A partir de então, o sal da mina de Wieliczka trouxe muita riqueza para Cracóvia e para a Polónia.
Após a morte do seu marido, Cunegunda retirou-se para mosteiro de Stary Sacz, fundado por ela, e adotou o hábito de religiosa.
Em 1999, foi
canonizada pelo Papa João Paulo II. Santa Kinga ou Cunegunda é hoje Patrona da Polónia e da Lituânia.A partir de então, o sal da mina de Wieliczka trouxe muita riqueza para Cracóvia e para a Polónia.
Após a morte do seu marido, Cunegunda retirou-se para mosteiro de Stary Sacz, fundado por ela, e adotou o hábito de religiosa.
As Minas de Sal de Wieliczka são Património Mundial da UNESCO desde 1978.
Para esta eleição contribuiu a Capela de Santa Kinga, chamada Catedral de Sal pelos turistas e pela população local. É a maior igreja subterrânea do mundo e é dedicada a Santa Cunegunda, padroeira dos mineiros. Todas as esculturas e altares foram esculpidos na rocha de sal e os candelabros que a iluminam foram elaborados em cristais de sal. O templo exibe talhas do Natal, da Última Ceia, da Crucifixão e de outras cenas de vida de Cristo. Há também uma imagem em sal de Santa Kinga da Polónia e outra do Papa João Paulo II.
Várias figuras famosas visitaram a mina, tais como Nicolau Copérnico, Goethe, Robert Baden-Powell, Karol Wojtyła (mais tarde Papa João Paulo II), Bill Clinton…
Um lugar encantador! Vale a pena!
Lugar visitado a 27 de agosto de 2010.
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